27 de agosto de 2015

‘Verdades Secretas’: Grazi mostra os seios e público vibra


Grazi Massafera causou furor nesta terça-feira ao mostrar os seios em uma cena de Verdades Secretas, novela das onze em que interpreta a viciada em drogas Larissa. Na sequência, a modelo foi à agência de Fanny (Marieta Severo) para exigir o pagamento por ter trabalhado em um evento da qual acabou sendo expulsa por tratar mal os convidados. Larissa foi recebida pelo assistente gay de Fanny, Visky (Rainer Cadete), que falou que a moça estava com péssima aparência por causa do uso de drogas. "Quem desdenha quer comprar", respondeu ela, levantando a blusa.
A cena foi curta, mas foi o suficiente para incendiar as redes sociais. "Eu não acompanho Verdades Secretas, mas depois que apareceram os seios da Grazi, irei acompanhar", comentou uma pessoa no Twitter, garantindo a audiência da novela de Walcyr Carrasco pelos próximos capítulos. "Que isso, Grazi, lançou um nude na TV mesmo?", brincou outro. "Depois de vermos Rodrigo Lombardi e Reynaldo Gianecchini mostrando bumbum em Verdades Secretas foi a vez de Grazi Massafera 'mandar nudes'", escreveu outra pessoa, em referência a cenas em que os dois atores apareceram nus.
Na sequência, Larissa encontrou Fanny, que pagou o devido à modelo, mas a expulsou da agência e disse que não iria mais lhe dar trabalhos. "Aqui não tem trabalho para viciada. Sai daqui", disse ela. "Você me jogou nessa vida que eu odeio. Cafetina", respondeu Larissa antes de dar uma cusparada em Fanny. A atuação da dupla também foi elogiada no Twitter, principalmente a de Grazi, que já vem se destacando há algumas semanas, desde que sua personagem começou a se afundar nas drogas.

Relembre a trajetória de Grazi Massafera

ABSURDO: Maioria do Senado é contra PEC que reduz idade penal

Levantamento do G1 ouviu os 81 senadores sobre a PEC da maioridade penal aprovada na Câmara  (Foto: Editoria de Arte / G1)
Senado derrubará a proposta de emenda constitucional (PEC) aprovada pela Câmara que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos se mantidas as posições manifestadas ao G1 entre sexta-feira (21) e esta quarta (26) pelos 81 senadores.
O levantamento indicou que mais da metade dos senadores (45) são contrários à PEC, aprovada em dois turnos na Câmara.
Para uma alteração na Constituição ser aprovada, são necessários os votos favoráveis de três quintos do plenário – ou seja, 49 dos 81 senadores. Dessa forma, a proposta poderia ter, no máximo, 32 votos contrários.
No levantamento, 27 dos 81 senadores ouvidos se declararam favoráveis ao texto aprovado pela Câmara. Nove preferiram não declarar posição.
Para ser promulgado como emenda à Constituição, o texto necessita de duas votações favoráveis no Senado.
O presidente da Casa, Renan Calheiros, já se manifestou contrário à redução da idade penal. Mesmo assim, afirmou que a proposta tramitará no Senado, mas não estipulou prazo para isso. Se aprovada em dois turnos pelos senadores, a PEC será promulgada. Se rejeitada, será arquivada.
Os senadores responderam ao levantamento do G1 na condição de anonimato – parte deles pessoalmente, parte por telefone e parte por meio da assessoria.
A pergunta formulada aos senadores foi a seguinte: "O senhor/senhora é favorável ou contrário à proposta de emenda à Constituição aprovada pela Câmara que reduz a idade penal de 18 para 16 anos nos casos de homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos?"
Ministério Público e tempo de internação
Diversos senadores que se declararam contrários à PEC disseram que são favoráveis, em tese, à redução da maioridade penal, mas não nos termos em que a Câmara aprovou.

Vários manifestaram apoio ao projeto do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que estabelece a penalização de jovens entre 16 e 18 anos desde que proposta exclusivamente pelo Ministério Público e julgada exclusivamente por juiz especializado em questões de infância e adolescência.
Em fevereiro de 2014, a proposta foi rejeitadana Comissão de Constituição e Justiça do Senado numa votação em caráter terminativo (pela qual o texto não precisa seguir para o plenário). Mas um recurso foi apresentado para que a matéria não seja arquivada e possa ser analisada no plenário. Para isso, precisa ser incluída na ordem do dia.
Outros parlamentares afirmaram que consideram suficiente o projeto de lei aprovado pelo Senado que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e aumenta o tempo de internação de menores de 18 anos que tenham cometido crimes hediondos. A matéria seguiu para votação na Câmara dos Deputados.
Pelo projeto, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), os jovens que tenham cometido esse tipo de crime poderão ficar internados em centros de atendimento socioeducativo por até dez anos. Atualmente, o tempo máximo de internação é de três anos.
Câmara dos Deputados
Na Câmara, a redução da maioridade penal chegou a ser rejeitada, em votação no último dia 1º de julho. Na ocasião, a PEC recebeu 303 votos favoráveis – eram necessários ao menos 308.

Pelo texto, poderiam ser penalizados criminalmente os jovens com 16 anos ou mais que cometessem crimes hediondos (como latrocínio e estupro), homicídio doloso (intencional), lesão corporal grave, seguida ou não de morte, e roubo qualificado. Eles deveriam cumprir a pena em estabelecimento separado dos maiores de 18 anos e dos menores de 16 anos.
No dia seguinte, porém, uma manobra do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos principais defensores da redução da maioridade penal, permitiu que a proposta – após sofrer modificação – fosse novamente votada e, desta vez, aprovada. A votação final, emsegundo turno, ocorreu no último dia 19, e o texto foi definitivamente aprovado na Câmara.
A manobra consistiu em restringir a penalização de jovens infratores entre 16 e 18 anos para casos de homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos, com cumprimento da pena em estabelecimento penal separado dos menores de 16 e maiores de 18. Com isso, vários deputados mudaram o voto, o que permitiu a aprovação da proposta.

26 de agosto de 2015

Dia do Bancário adiará o pagamento dos servidores Municipais de Passa e Fica



Apesar dos esforços da administração pública do Município de Passa e Fica, que pretendia pagar ate o final de semana os vencimentos referentes ao mês de agosto de 2015 de seus funcionários, não será possível. O Prefeito Pedro Lisboa disse que apesar de ter interesse em pagar o FERIADO em comemoração ao dia dos BANCÁRIOS inviabiliza o credito nas contas o que será feito na Segunda Feira (31) e os valores correspondentes aos salários de cada servidor deverá esta disponível nas primeiras horas da tarde da Segunda Feira.  PEPEU reafirmou o compromisso de manter o pagamento dentro do mês trabalhado e disse que com planejamento pretende manter esse compromisso ate o fim de seu mandato. 


Crime organizado faz o que quer e Estado corre atrás do prejuízo


O Rio Grande do Norte viu, nos últimos dias, mais uma demonstração de força do crime organizado e de fraqueza das forças de segurança do Estado. Assim como no início do ano, presos voltaram a tocar terror dentro das unidades prisionais. Foram mortes, confrontos, rebeliões e destruição nas cadeias. Tudo isso provocado declaradamente por duas facções criminosas: o PCC e o Sindicato do RN.
As duas organizações atuam dentro e fora dos presídios há muito tempo, comandando tráfico de drogas, assaltos e assassinatos. E, a cada ação provocada dentro dos presídios, como as dessas últimas duas semanas, fica claro a força que o PCC e o Sindicato do RN desempenham, enquanto o Estado não apresenta a menor condição de controlar os criminosos, mesmo eles estando presos, sob custódia do próprio Estado.
Se presos os criminosos ainda fazem o que fazem, imagine os que estão soltos. Nesta terça-feira, 163 tiveram que ser transferidos de unidades prisionais. Os do PCC foram separados do Sindicato do RN.
Ora, se as forças de Segurança Pública não conseguem controlar um presídio e evitar que presos façam o que querem dentro das cadeias, isso é a assinatura de incompetência do Estado para lidar com o crime organizado.
Como sempre, as forças de segurança continuam "enxugando gelo", atuando pra remediar o caos. PCC e Sindicato do RN são muito mais fortes e organizados que a cúpula de segurança.
Essa, aliás, tem sido uma regra em todo Brasil.
As facções criminosos usam as unidades prisionais como escritórios para traçaram estratégias de ações, atuações e cada vez mais crescimento. E o que tem sido feito ao longo dos anos para evitar que isso aconteça? Nada, absolutamente nada!
Então, continuamos assim: o crime organizado fazendo o que quer o Estado correndo atrás do prejuízo!

25 de agosto de 2015

Tangará RN: Mãe e filho são atropelados enquanto caminhavam na BR 226 na tarde desta terça-feira (25) e a criança vem a óbito no local.


Hoje por volta das 17h00 da tarde desta terça feira (25), uma criança de apenas 9 anos de idade veio a falecer vítima de acidente na BR 226, o acidente aconteceu no inicio da zona urbana, próximo a rua Santa Rita. Segundo populares a criança estava acompanhada com a sua mãe quando foi atingida pelo veículo tipo Gol, de placas (NOH-6135 Natal/RN)  logo após o acidente a mãe foi socorrida e levada ao hospital para os primeiros socorros, já a criança faleceu no local. 

A policia Civil e Militar já estão no local do acidente, já isolaram e aguardam a chegada da Polícia Técnica para a remoção do corpo.

Segundo ainda informações um senhor que trafegava em uma moto se assustou com o acidente e perdeu o controle do veículo e foi socorrido com uma luxação na clavícula.

Informações e fotos Blog do Robson Freitas

Deputado Tomba Farias defende prática da vaquejada no Nordeste‏

Parlamentar sugere envio de documento ao STF demonstrando relevância social e cultural da atividade para a região

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
O deputado Tomba Farias (PSB) fez pronunciamento na sessão plenária desta terça-feira (25) em defesa da prática das vaquejadas no Nordeste, atividade que tem a sua realização ameaçada por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada no Supremo Tribunal Federal (STF), alegando maus tratos aos animais. O parlamentar solicitou o apoio da Casa na defesa da atividade.
“Faço um apelo aos colegas para enviarmos ao Ministro Luís Roberto Barroso, que pediu vista ao processo, um documento fundamentando a importância social e cultural da atividade no Nordeste”, disse Tomba.
De acordo com o deputado, a vaquejada movimenta anualmente cerca de R$ 5 milhões em premiações no Rio Grande do Norte. “Além disso, os leilões fazem circular aproximadamente R$ 15 milhões na comercialização de cavalos para a atividade”, afirma. Para ele, o fim das vaquejadas traria um reflexo negativo para a economia do Estado.
“A vaquejada não é uma prática que expressa apenas a tradição do povo nordestino. É uma atividade de geração de emprego e renda que contempla inúmeras especialidades profissionais e estimula muitos setores econômicos”, diz Tomba.
O parlamentar também negou que a atividade cause maus tratos aos animais. Segundo ele, a atividade é regida por normas da Associação Brasileira de Vaquejada (ABQAV) que vedam abusos aos animais. “É preciso ressaltar que ninguém está defendendo a tortura de animais. A prática atual não aceita qualquer tipo de abuso aos mesmos”, concluiu o deputado.
Em aparte, o deputado Kelps Lima (SDD) sugeriu a formação de uma comissão com representantes da atividade e da Assembleia Legislativa para realizar uma visita aos ministros do STF. “Precisamos de uma ação articulada para demonstrarmos, pessoalmente, a importância cultural e social da vaquejada”, propôs o parlamentar.
George Soares (PR) também declarou apoio ao tema. “Sou defensor da prática e propositor da Lei do Vaqueiro no RN. O STF precisa compreender a importância da vaquejada para o fomento da economia e manutenção da cultura nordestina”, declarou.
O deputado Gustavo Fernandes (PMDB) lembrou que foi propositor do projeto que reconhece a Associação dos Vaqueiros Amadores do RN (ASSOVARN) como instituição de relevância social. Os deputados Hermano Morais (PMDB), Ricardo Motta (PROS), Dison Lisboa (PSD) e Carlos Augusto Maia (PTdoB) também se pronunciaram em favor da atividade.